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 Saindo de Pontal do Sul |
 Chegando na Ilha do Mel |
 Pousada - vista aérea |
Como chegar até a ilha?
- Via BR 116 (SP-CTBA): No Km 60,6 faça o retorno e entre na PR 410 (Estrada da Graciosa) seguindo para o litoral. Em Morretes, pegue a BR 277 até o Km 6,5 e logo após, siga pela PR 407 até a Praia de Leste. Para chegar a Pontal do Sul, siga pela PR 412.
- Via BR 101 / Ferry Boat (SC-CTBA): No Km 7, entre no acesso Garuva/Guaratuba. Vá até a Praia de Leste, siga pela PR 412 até Pontal do Sul.
- Estacionamento: Chegando a Pontal do Sul, você terá à disposição vários estacionamentos, próximos ao terminal de embarque, para abrigar seu veículo com segurança.
- Procedimento de Embarque: Dirija-se ao Terminal de Embarque onde são feitos o cadastramento de visitantes e a venda de bilhetes de ida e volta.
A travessia de barco de Pontal do Sul até a Ilha leva em torno de vinte e cinco minutos. A visitação é limitada até cinco mil pessoas por dia, exceto para os hóspedes das pousadas. Lembrando ainda que é proibida a entrada de animais domésticos.
 Faról |
 Fortaleza |
 Fortaleza vista de cima |
História - Um pouco sobre o passado
O paraíso também tem o seu lado real, parte da história. Marcas de batalhas sangrentas travadas em sua orla no passado. No século XVIII, a ilha do Mel era considerado ponto estratégico na defesa do Porto D. Pedro II, na baía da então Província de Paranaguá. Por ordem de D. José I, rei de Portugal, em 1767 foi construída ao norte da ilha a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, ou Fortaleza da Barra. O objetivo era garantir a segurança do porto, 15 milhas adiante, onde era embarcado o ouro, a madeira e, mais tarde, a erva-mate, extraídos das terras do continente.
Os canhões da Fortaleza, apontados para o canal de entrada do porto, cuspiram fogo em 1850, quando o vapor de guerra inglês "Cormorant" cercou e aprisionou três naus nacionais carregadas de escravos. A batalha ficou conhecida como "Combate Cormorant".
Daquele tempo restaram apenas as ruínas, hoje tombadas e preservadas pelo Patrimônio Histórico. Calados, os canhões ainda apontam para o horizonte do alto das muralhas, no mirante do morro coberto pela vegetação de Mata Atlântica.
 Fortaleza da Barra |
 Um dos canhões |
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